No Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), a Joia do Tempo é uma das últimas a aparecer e, ao mesmo tempo, uma das primeiras a trazer à tona a verdadeira trama por trás das histórias que compuseram os filmes anteriores a “Doutor Estranho” (“Doctor Strange”, 2016).

Desempenhando um papel particularmente importante em todas as suas aparições, a gema, como o próprio nome dá a entender, representa o poder sobre o tempo. Seu usuário tem acesso a um número infinito de possibilidades no que se refere a “brincar” com o vai e vem do relógio. Desde criar loops temporais a mexer com a linha do tempo de apenas um indivíduo, modificando sua história, as propriedades latentes da pequena, mas poderosa, pedra verde, protagonizaram algumas das melhores e mais comoventes cenas do UCM nos últimos 14 anos.

Joia do Tempo em “Doutor Estranho” (2016)

Reprodução de: Canal Sessão Dublada HD

Talvez possa soar estranho, o foco é o Universo Cinematográfico, então para que falar da história dos quadrinhos, das animações que passavam no “Bom Dia e Cia” e dos filmes que vieram antes? Bem, Roma não foi feita em um dia, assim como o impacto das produções Marvel não começou em 2008.

Os filmes atuais são baseados nos quadrinhos, trazem a nostalgia dos desenhos e aprenderam com os erros das obras anteriores. Assim, parte de sua influência, impacto e mensagem descende diretamente das páginas ilustradas, dos desenhos em 2D que marcaram tantas infâncias e dependem de uma longa jornada para serem realmente compreendidas.

Logo, os balões de fala acompanhados por figuras de personagens em roupas bem diferentes já vêm causando mudanças no mundo e na vida das pessoas há muito tempo. E tais transformações já vêm sendo sentidas e analisadas de vários ângulos e por muitas pessoas desde o início dessa narrativa.

Veja a história da gestora de qualidade Simone Cavalcanti. Ela conheceu a Marvel da mesma forma que Lucas Delbeto (personagem da joia da Mente): o desenho dos X-Men quando ainda passava na Globo. Isso foi por volta de 1997, quando ela tinha 10 anos. Naquele momento sua identificação com a personagem Jean Grey começou, ingenuamente eu desejava ter uma relação de amor, como ela tinha com o Scott. Eram namorados, parceiros de luta e amigos”.

Poster de “X-Men: a Série Animada”(1992)

Reprodução de: Adoro Cinema

Cyclope e Jean Grey em “X-Men: a Série Animada” (1992)

Reprodução de: Heritage Auctions

O que começou com um desejo, de certa forma, infantil terminou se transformando em algo mais estruturado. Foi em um período de férias, no distante ano de 2004, que ela realmente se prontificou a conhecer a mutante e sua história a fundo. Seguindo a história da personagem, não é surpresa que ela tenha aterrissado na Saga da Fênix, que, a partir de então, se tornou um ponto de virada, “aquela versão da Jean me intrigou e causou profunda inquietação. Então minha estima por ela aumentou ainda mais”, completa Simone.

Jean Grey – Arco da Fênix de “X-Men: a Série Animada” (1992)

Reprodução de: Universo X-Men

Fênix Negra de “X-Men: a Série Animada” (1992)

Reprodução de: Observatório do Cinema – UOL

O ato de crescer está intrinsicamente ligado a desenvolvimento, seja físico ou, mais importante nesta situação, mental. Da menina que foi até a mulher que é hoje, a gestora teve muitas mudanças de perspectiva, assim como evoluiu sua maneira de ver as coisas. O resultado foi a descoberta de uma identificação profunda que se estende até hoje e que não tem nada a ver com encontrar o príncipe encantado que solta raios pelos olhos.

Foi na dificuldade de colocar os defeitos de lado para encontrar qualidades que Simone encontrou uma igual. “Eu passei uma vida me sentindo como ela. Insegura, deslocada e culpada por algumas coisas”, conta. A jovem mulher até hoje tem dificuldade em encontrar em si mesma o potencial que aqueles que a conhecem dizem ver de forma clara. Assim como na história de Jean, tudo começou por alguns acontecimentos desafiadores que a abalaram, “Ocorre que por vezes eu sinto medo. Assim como ela”, completa.

Chegar a essa conclusão lhe permitiu ter os filmes (principalmente os da equipe de mutantes lançados ao longo dos anos 2000) como “um (gostoso e fantasioso) incentivo a não permitir que eu me limitasse”. E isso se transformou no significado que as atuais produções têm para ela: obras que mantém vivas as energias da infância e cujo enredos se conectam a realidade através da “complexidade, perenidade, vulnerabilidade, descobertas e constantes decisões que compõem a vida real”.

“Quando estou assistindo me solto sem receios ou vergonha. […] as produções têm o poder de fazer eu viver essa minha versão sem constrangimento algum.”

(Simone Cavalcanti)

Um dos motivos para o sucesso estrondoso foi, e continua sendo, o destaque recebido pela editora e, mais recentemente, pelo estúdio homônimo, por trazer heróis e heroínas com alto teor de “realidade”. Os personagens viviam em suas identidades secretas problemas que muitos leitores podiam reconhecer em suas próprias vidas. Ao longo de sua história, e mantendo a proposta em seu presente

O processo, como estudado no artigo de Amaranta Vasconcelos, traduz uma tendência da editora a, de certa forma, trazer, traduzir, através dos heróis os direitos humanos e sociais, a própria história desta linha editorial já demonstra(…) o enfoque em função de igualdade de direitos, dando relevo a super-heróis de segmentos da sociedade que são marginalizados ou que integram alguma minoria”

Um bom exemplo desse pensamento são os X-Men: uma equipe composta por pessoas de diversas etnias, tipos físicos, gêneros e grupos sociais que luta contra o preconceito dos “não mutantes”. Nas palavras de Jordan White, editor das revistas do grupo, “[…]é uma coisa que está editorialmente na nossa mente e na cabeça de nossos escritores e, portanto, é uma coisa que todos estão trabalhando. […] estamos fazendo um esforço para não fazer apenas um time de caras brancos que se reúnem para socar coisas. Queremos muitos tipos diferentes de pessoas socando coisas”.

Algo muito semelhante aconteceu com Murilo Ricardo. Ele teve seu primeiro contato com a Marvel na mesma época que Simone, e através dos mesmos meios, porém o resultado obteve uma forma diferente. A história dele está no áudio abaixo, basta clicar no play.

No Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), a Joia do Tempo é uma das últimas a aparecer e, ao mesmo tempo, uma das primeiras a trazer à tona a verdadeira trama por trás das histórias que compuseram os filmes anteriores a “Doutor Estranho” (“Doctor Strange”, 2016).

Desempenhando um papel particularmente importante em todas as suas aparições, a gema, como o próprio nome dá a entender, representa o poder sobre o tempo. Seu usuário tem acesso a um número infinito de possibilidades no que se refere a “brincar” com o vai e vem do relógio. Desde criar loops temporais a mexer com a linha do tempo de apenas um indivíduo, modificando sua história, as propriedades latentes da pequena, mas poderosa, pedra verde, protagonizaram algumas das melhores e mais comoventes cenas do UCM nos últimos 14 anos.

Joia do Tempo em “Doutor Estranho” (2016)

Reprodução de: Canal Sessão Dublada HD

Talvez possa soar estranho, o foco é o Universo Cinematográfico, então para que falar da história dos quadrinhos, das animações que passavam no “Bom Dia e Cia ” e dos filmes que vieram antes? Bem, Roma não foi feita em um dia, assim como o impacto das produções Marvel não começou em 2008.

Os filmes atuais são baseados nos quadrinhos, trazem a nostalgia dos desenhos e aprenderam com os erros das obras anteriores. Assim, parte de sua influência, impacto e mensagem descende diretamente das páginas ilustradas, dos desenhos em 2D que marcaram tantas infâncias e dependem de uma longa jornada para serem realmente compreendidas.

Logo, os balões de fala acompanhados por figuras de personagens em roupas bem diferentes já vêm causando mudanças no mundo e na vida das pessoas há muito tempo. E tais transformações já vêm sendo sentidas e analisadas de vários ângulos e por muitas pessoas desde o início dessa narrativa.

Veja a história da gestora de qualidade Simone Cavalcanti. Ela conheceu a Marvel da mesma forma que Lucas Delbeto (personagem da joia da Mente): o desenho dos X-Men quando ainda passava na Globo. Isso foi por volta de 1997, quando ela tinha 10 anos. Naquele momento sua identificação com a personagem Jean Grey começou, ingenuamente eu desejava ter uma relação de amor, como ela tinha com o Scott. Eram namorados, parceiros de luta e amigos”.

Poster de “X-Men: a Série Animada”(1992) Reprodução de: Adoro Cinema

Cyclope e Jean Grey em “X-Men: a Série Animada” (1992) Reprodução de: Heritage Auctions

O que começou com um desejo, de certa forma, infantil terminou se transformando em algo mais estruturado. Foi em um período de férias, no distante ano de 2004, que ela realmente se prontificou a conhecer a mutante e sua história a fundo. Seguindo a história da personagem, não é surpresa que ela tenha aterrissado na Saga da Fênix, que, a partir de então, se tornou um ponto de virada, “aquela versão da Jean me intrigou e causou profunda inquietação. Então minha estima por ela aumentou ainda mais”, completa Simone.

Jean Grey – Arco da Fênix de “X-Men: a Série Animada” (1992) Reprodução de: Universo X-Men

Fênix Negra de “X-Men: a Série Animada” (1992) Reprodução de: Observatório do Cinema – UOL

O ato de crescer está intrinsicamente ligado a desenvolvimento, seja físico ou, mais importante nesta situação, mental. Da menina que foi até a mulher que é hoje, a gestora teve muitas mudanças de perspectiva, assim como evoluiu sua maneira de ver as coisas. O resultado foi a descoberta de uma identificação profunda que se estende até hoje e que não tem nada a ver com encontrar o príncipe encantado que solta raios pelos olhos.

Foi na dificuldade de colocar os defeitos de lado para encontrar qualidades que Simone encontrou uma igual. “Eu passei uma vida me sentindo como ela. Insegura, deslocada e culpada por algumas coisas”, conta. A jovem mulher até hoje tem dificuldade em encontrar em si mesma o potencial que aqueles que a conhecem dizem ver de forma clara. Assim como na história de Jean, tudo começou por alguns acontecimentos desafiadores que a abalaram, “Ocorre que por vezes eu sinto medo. Assim como ela”, completa.

Chegar a essa conclusão lhe permitiu ter os filmes (principalmente os da equipe de mutantes lançados ao longo dos anos 2000) como “um (gostoso e fantasioso) incentivo a não permitir que eu me limitasse”. E isso se transformou no significado que as atuais produções têm para ela: obras que mantém vivas as energias da infância e cujo enredos se conectam a realidade através da “complexidade, perenidade, vulnerabilidade, descobertas e constantes decisões que compõem a vida real”.

“Quando estou assistindo me solto sem receios ou vergonha. […] as produções têm o poder de fazer eu viver essa minha versão sem constrangimento algum.”

(Simone Cavalcanti)

Um dos motivos para o sucesso estrondoso foi, e continua sendo, o destaque recebido pela editora e, mais recentemente, pelo estúdio homônimo, por trazer heróis e heroínas com alto teor de “realidade”. Os personagens viviam em suas identidades secretas problemas que muitos leitores podiam reconhecer em suas próprias vidas. Ao longo de sua história, e mantendo a proposta em seu presente

O processo, como estudado no artigo de Amaranta Vasconcelos, traduz uma tendência da editora a, de certa forma, trazer, traduzir, através dos heróis os direitos humanos e sociais, a própria história desta linha editorial já demonstra(…) o enfoque em função de igualdade de direitos, dando relevo a super-heróis de segmentos da sociedade que são marginalizados ou que integram alguma minoria”

Um bom exemplo desse pensamento são os X-Men: uma equipe composta por pessoas de diversas etnias, tipos físicos, gêneros e grupos sociais que luta contra o preconceito dos “não mutantes”. Nas palavras de Jordan White, editor das revistas do grupo, “[…]é uma coisa que está editorialmente na nossa mente e na cabeça de nossos escritores e, portanto, é uma coisa que todos estão trabalhando. […] estamos fazendo um esforço para não fazer apenas um time de caras brancos que se reúnem para socar coisas. Queremos muitos tipos diferentes de pessoas socando coisas”.

Algo muito semelhante aconteceu com Murilo Ricardo. Ele teve seu primeiro contato com a Marvel na mesma época que Simone, e através dos mesmos meios, porém o resultado obteve uma forma diferente. A história dele está no áudio abaixo, basta clicar no play.

Primeira edição da “Marvel Comics”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodman

Reprodução de: Segredos do Mundo

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005)

Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics”

Reprodução de: Marvel Database

Primeira edição da “Marvel Comics”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodman

Reprodução de: Segredos do Mundo

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005)

Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics”

Reprodução de: Marvel Database

Primeira edição da “Marvel Comics” Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodma Reprodução de: Segredos do Mundo

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005) Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics” Reprodução de: Marvel Database

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

 

Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD”

Reprodução de: The Big Cartoon Database

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee

Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby

Reprodução de: Tech Crunch

>

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee

Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby

Reprodução de: Tech Crunch

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Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD”

Reprodução de: The Big Cartoon Database

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico” Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby – Reprodução de: Tech Crunch

 

Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD” Reprodução de: The Big Cartoon Database

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

 

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Poster de “Capitão América” (1944)

Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998)

Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000)

Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002)

Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Poster de “Capitão América” (1944)

Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998)

Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000)

Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002)

Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Poster de “Capitão América” (1944) Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998) Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000) Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002) Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

1930

Primeira edição da “Marvel Comics”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodman

Reprodução de: Segredos do Mundo

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005)

Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics”

Reprodução de: Marvel Database

Primeira edição da “Marvel Comics”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodman

Reprodução de: Segredos do Mundo

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005)

Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics”

Reprodução de: Marvel Database

Primeira edição da “Marvel Comics” Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodma Reprodução de: Segredos do Mundo

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005) Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics” Reprodução de: Marvel Database

1940 e 1950

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

1960 a 1980

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

 

Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD”

Reprodução de: The Big Cartoon Database

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee

Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby

Reprodução de: Tech Crunch

>

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee

Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby

Reprodução de: Tech Crunch

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Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD”

Reprodução de: The Big Cartoon Database

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico” Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby – Reprodução de: Tech Crunch

 

Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD” Reprodução de: The Big Cartoon Database

1990

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

 

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

2000

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Poster de “Capitão América” (1944)

Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998)

Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000)

Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002)

Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Poster de “Capitão América” (1944)

Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998)

Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000)

Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002)

Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Poster de “Capitão América” (1944) Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998) Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000) Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002) Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Primeira edição da “Marvel Comics”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodman

Reprodução de: Segredos do Mundo

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005)

Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics”

Reprodução de: Marvel Database

Primeira edição da “Marvel Comics”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodman

Reprodução de: Segredos do Mundo

Primeira edição da DC Comics

Reprodução de: Wikipédia

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005)

Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics”

Reprodução de: Marvel Database

Primeira edição da “Marvel Comics” Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Primeira edição da DC Comics Reprodução de: Wikipédia

Por mais clichê que isso possa parecer, tudo começou em 1933 em uma disputa comercial entre duas marcas que, na época, estavam a anos de luz de se verem no cinema: a Marvel (originalmente conhecida como Timely) e a DC. Na época, ambas eram acompanhadas pela palavra “Comics” e sua principal ocupação era a criação, edição e publicação de histórias em quadrinhos.

Talvez esse fato possa surpreender quando se tem em mente a atualidade, mas a primeira nem sempre trabalhou com a ideia de pessoas em uniformes espalhafatosos dividindo seu tempo entre uma identidade secreta e salvar o dia. Isso porque, na época, o foco do público eram histórias de faroeste, dramas policiais e outras modas. Essa realidade mudou graças a uma segunda empresa que, entre elas, foi a primeira a descobrir os super-heróis e seu potencial de engajamento com a massa consumidora de HQs.

A concorrência comercial e a necessidade de vencer as batalhas do mercado podem ser entendidas como as forças motrizes para grandes acontecimentos e, nesse caso, não foi diferente. Assim, surgiu a primeira fagulha que acenderia a brilhante chama em que se transformaria a Marvel.

Na época, “Marvel Comics” foi o nome de uma série de quadrinhos, a primeira da Timely Comics a trabalhar super-heróis. Seu primeiro volume nasceu em 31 de agosto de 1939, com Tocha Humana, popularmente conhecido por seu papel no, já cinematografado, “Quarteto Fantástico” (“Fantastic Four”, 2005; “Fantastic Four: the silver surfer”, 2007 e “Fantastic Four”, 2015) e por Namor, o príncipe submarino (que ainda não teve sua grande e oficial estreia nos cinemas).

O tempo passa quando não queremos barganhar com um ser extracorpóreo e irrefreável, o sucesso que os super-heróis ofereceram primeiramente à DC, também se fez presente na outra empresa, para a felicidade de Martin Goodman – até então, orgulhoso fundador e proprietário da editora de histórias em quadrinhos que é a protagonista desta jornada. Assim o empresário passou a investir cada vez mais no gênero, colocando sua própria equipe para produzir o conteúdo e desenvolvendo a marca dos heróis para os volumes da coleção “Marvel Mistery Comics”.

Martin Goodma Reprodução de: Segredos do Mundo

Poster de “Quarteto Fantástico” (2005) Reprodução de: Adoro Cinema

Primeira edição da “Marvel Mistery Comics” Reprodução de: Marvel Database

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

A marca cresceu, se desenvolveu e se dividiu para conquistar cada vez mais público. Desse processo nasceram os personagens que voltaram a ser icônicos depois de décadas e muitos altos e baixas de vendas. Como o Capitão América, o herói patriota que veste a bandeira de seu país e que colocou a editora que a lançou entre as mais populares dos Estados Unidos. No entanto, isso foram os anos 40.

O retorno do “Capitão América” em 1941

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

A década de 1950 já não foi tão fácil para o setor. Tudo começou com um estudo psicológico que indicou aos pais as más influências que os materiais dos quadrinhos poderiam representar para seus filhos. O processo culminou na criação que todos o país norte americano queria: um vilão contra o qual lutar. Um ser nefasto, responsável pela corrupção de suas crianças e o medo em seus corações.

Como nas histórias, todo vilão faz necessária a origem de um herói, ou será ao contrário? A solução encontrada para apaziguar pais preocupados foi o Comics Code Authority” (“Código de Autoridade dos Quadrinhos”, em tradução livre). Em suma, uma série de regras de conduta que as editoras deveriam respeitar para receber o selo de aprovação e ter seu produto visto como “conteúdo seguro” para as crianças. O herói dos pais, e o maior pesadelo dos editores.

Selo do “Comics Code Autority”

Reprodução de: Museu da Imagem e do Som

A regularização, assim como a continua preocupação parental, foi responsável pelo encerramento definitivo de vários nomes e várias linhas criativas, como a própria família de heróis da Atlas, nome adotado por nossa protagonista como forma de se reinventar em um momento tão difícil.

Revista da Atlas lançada em 1954

Reprodução de: String Fixer

Entre as histórias de horror, romance e outros gêneros, que marcaram a empresa no período, a companhia de quadrinhos passou a adotar a alcunha Marvel Comics em algumas várias produções, sendo que em nenhuma delas havia um herói como protagonista. Apenas uma década depois esse viria a se tornar o nome oficial da marca.

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

 

Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD”

Reprodução de: The Big Cartoon Database

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee

Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby

Reprodução de: Tech Crunch

>

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico”

Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee

Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby

Reprodução de: Tech Crunch

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Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD”

Reprodução de: The Big Cartoon Database

Vieram, então, os anos 60 e, com eles, boas novas: os heróis voltaram a ter papel marcante no mercado americano e Goodman, novamente, seguiu o embalo de seus concorrentes. Para se erguer contra a Liga da Justiça, o empresário criou sua própria equipe fantasiada, e não, não foram os Vingadores.

A primeira equipe da, então já oficializada, Marvel Comics se firmou sobre o nome “Quarteto Fantástico”. Pensada e escrita por Jack Kirby e pelo famigerado Stan Lee. Ela foi o estopim para uma explosão de vendas e para a criação de um multiverso infinito de possibilidades e personagens.

Primeira HQ do “Quarteto Fantástico” Reprodução de: Guia dos Quadrinhos

Stan Lee Reprodução de: Pergaminho Digital

Jack Kirby – Reprodução de: Tech Crunch

 

Com o sucesso nas bancas veio a busca por atingir outros patamares. Assim nasceu o “Marvel Productions LTD.”. O estúdio de animação surgiu em 1981, quando o nome Marvel estava sobre a direção de Jim Schooter. Infelizmente, essa terminou sendo a iniciativa que resultou em um dos piores períodos da empresa.

Logo do “Marvel Productions LTD” Reprodução de: The Big Cartoon Database

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

 

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Sete anos depois, todas as linhas de produção da Marvel Comics foram compradas por Ronald Perelman, infeliz protagonista de um escândalo envolvendo desvio de verbas, durante os anos 1990. Na época, a empresa era uma das maiores do mercado e sua derrocada prejudicou todo o setor de HQs, criando um abismo onde estava sua relação com os distribuidores.

Por fim, 1996 foi o momento da grande e desesperançosa derrota antes da grande virada: a companhia entrou com o pedido de falência após sua dívida assumir a catastrófica marca de um bilhão de dólares.

No entanto, como nossos heróis em “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, 2019), algumas pessoas não poderiam seguir em frente e apenas superar. Após consecutivas trocas de administração, Isaac Perlmutter e Avi Arad assumiram o nome em 1997 e, em uma grande virada de acontecimentos, conseguiram dar o grande estalar de dedos e reerguer a companhia.

Avi Arad

Reprodução de: IMDB

Isaac Perlmutter

Reprodução de: Daily Mail

Com vendas de brinquedos e de direitos de reprodução para vários estúdios de cinema, as contas se estabilizaram e a retomada se fez possível. O sucesso decorrente se seguiu por muitos anos, se estendeu para o mundo virtual com a Marvel Digital Comics Unlimited e, por fim, para a autonomia da marca nos cinemas.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Poster de “Capitão América” (1944)

Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998)

Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000)

Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002)

Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Poster de “Capitão América” (1944)

Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998)

Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000)

Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002)

Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Contudo, a linha de chegada que marcou o UCM e a Saga do Infinito, demorou um pouco mais a ser cruzada. Houve muita presença da Marvel nas telas, seja como animação ou como live action, ainda que, até então, o nome tenha sido associado a estúdios externos, como Universal, Fox, Sony, Warner Bros e outros.

Alguns exemplos são as primeiras aparições do cabeça de teia (“Homem-Aranha”, “Spider Man”), no início dos anos 2000, os já citados filmes do Quarteto Fantástico, a sequências de adaptações da história do caçador de vampiros, Blade, com início em 1998, as primeiras versões cinematográficas de X-Men, também dos anos 2000, e vários outros (e isso excluindo os filmes anteriores a 1990, que já não possuem muita fama).

Poster de “Capitão América” (1944) Reprodução de: Public Domain Movies

Poster de “Blade” (1998) Reprodução de: IMDB

Poster de “X-MEN – O filme” (2000) Reprodução de: Adoro Cinema

Poster de “Homem Aranha” (2002) Reprodução de: Adoro Cinema

Todavia, contudo, entretanto… apesar de alguns desses filmes não terem uma boa reputação na atualidade, seus lançamentos foram lucrativos e essa experiência deu coragem para a diretoria da Marvel retomar o projeto “autonomia cinematográfica”. O resultado foi a inauguração do “Marvel Studios”, no ano de 2005. O resto da história é mais familiar, mais recente e começa três anos depois, com um bilionário, playboy, filantropo sendo sequestrado no Oriente Médio.

Mas mesmo ela não foi um mar de rosas. Como se já não bastasse a dificuldade em conseguir orçamento sendo uma empresa nova, pequena e independente, com grandes ideias e mirando a riqueza de efeitos especiais, o primeiro filme do herói de metal quase não saiu do estágio de produção.

Cena de “Homem de Ferro” (2008)

Reprodução de: The Desk

Por mais inacreditável que possa parecer, nenhum roteirista quis dar a cara a tapa e entrar de cabeça na iniciativa que, aparentemente, prometia uma grande tragédia. E mesmo quando começou a ser gravado, devido a muito do filme ter sido desenvolvido durante esta etapa, segundo Jeff Bridges (ator que deu vida a Obadiah Stane na trama), a situação foi caótica.

No entanto, como no Big Bang, o caos resultou em uma grande explosão que, por sua vez, iniciou o universo e toda a vida nele.

Um ano depois da bombástica bilheteria de “Homem de Ferro” (585,8 milhões de dólares) e do lançamento de “O Incrível Hulk” (“The Incredible Hulk”, 2008), o peso de depender da bilheteria de um filme para poder lançar outro foi tirado dos ombros da Marvel, para a alegria dos fãs. Em 2009, começaram os acordos e, em 2010, a Disney Company era a feliz proprietária da Marvel Studios pela bagatela de 4,24 bilhões de dólares.

Comentários no Twitter sobre a compra do Marvel Studios pela Disney

Reprodução de: Cineastro; mATEUs; Madu*Drugo P1

Faz sentido que, após uma década de existência e fama, o estúdio tenha presença em grandes festivais e premiações, e essa história é um bom exemplo de como as produções são relegadas a um, pode-se dizer, status inferior, em comparação a outras. É inegável que há muitas indicações e mesmo estatuetas na história da Marvel, mas no que se entende como o maior, mais tradicional e mais desejado prêmio do cinema, também conhecido como Óscar, o cenário não é tão brilhante.

Em quatorze anos de Universo Cinematográfico da Marvel, onze filmes foram indicados a premiação, o que, apesar de parecer muito, totaliza menos de cinquenta por cento das vinte e cinco produções que compõe o UCM. Desse total, apenas “Pantera Negra” (“Black Phanter”, 2018) ganhou estatuetas (Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora) e apenas ele foi indicado a Melhor Filme. Foi, também, um dos poucos que não ficou preso a categoria de Melhores Efeitos Especiais.

Mas essa história continua a ser escrita. Sejam as imagens estáticas dos quadrinhos ou suas adaptações para as telas, novidades surgem todos os anos, assim como novos personagens e novas possibilidades. Em 2019, a Saga do Infinito (Fases 1, 2 e 3 do UCM) chegou ao fim, mas a Fase 4, com sua nova trama, foi iniciada.

Em 2020 o universo de heróis foi oficialmente rearranjado para sair do cinema e entrar no formato seriado através do Disney Plus. Apesar de séries da Marvel não serem sem precedentes, foi a primeira vez em que elas deram continuidade a trama dos heróis principais. 

Marvel integrada a Disney na plataforma “Disney Plus”

Reprodução de: The Desk

E há muito ainda por vir…

Lembranças dos últimos anos e trailer do futuro da Fase 4

Reprodução de: Canal Ingressos.com

A JORNADA CONTINUA EM 

Um ano depois da bombástica bilheteria de “Homem de Ferro” (585,8 milhões de dólares) e do lançamento de “O Incrível Hulk” (“The Incredible Hulk”, 2008), o peso de depender da bilheteria de um filme para poder lançar outro foi tirado dos ombros da Marvel, para a alegria dos fãs. Em 2009, começaram os acordos e, em 2010, a Disney Company era a feliz proprietária da Marvel Studios pela bagatela de 4,24 bilhões de dólares.

Comentários no Twitter sobre a compra do Marvel Studios pela Disney

Reprodução de: Cineastro; mATEUs; Madu*Drugo P1

Faz sentido que, após uma década de existência e fama, o estúdio tenha presença em grandes festivais e premiações, e essa história é um bom exemplo de como as produções são relegadas a um, pode-se dizer, status inferior, em comparação a outras. É inegável que há muitas indicações e mesmo estatuetas na história da Marvel, mas no que se entende como o maior, mais tradicional e mais desejado prêmio do cinema, também conhecido como Óscar, o cenário não é tão brilhante.

Em quatorze anos de Universo Cinematográfico da Marvel, onze filmes foram indicados a premiação, o que, apesar de parecer muito, totaliza menos de cinquenta por cento das vinte e cinco produções que compõe o UCM. Desse total, apenas “Pantera Negra” (“Black Phanter”, 2018) ganhou estatuetas (Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora) e apenas ele foi indicado a Melhor Filme. Foi, também, um dos poucos que não ficou preso a categoria de Melhores Efeitos Especiais.

Mas essa história continua a ser escrita. Sejam as imagens estáticas dos quadrinhos ou suas adaptações para as telas, novidades surgem todos os anos, assim como novos personagens e novas possibilidades. Em 2019, a Saga do Infinito (Fases 1, 2 e 3 do UCM) chegou ao fim, mas a Fase 4, com sua nova trama, foi iniciada.

Em 2020 o universo de heróis foi oficialmente rearranjado para sair do cinema e entrar no formato seriado através do Disney Plus. Apesar de séries da Marvel não serem sem precedentes, foi a primeira vez em que elas deram continuidade a trama dos heróis principais. 

Marvel integrada a Disney na plataforma “Disney Plus”

Reprodução de: The Desk

E há muito ainda por vir…

Lembranças dos últimos anos e trailer do futuro da Fase 4

Reprodução de: Canal Ingressos.com

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